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	<title>IPv6.br</title>
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	<description>Portal sobre IPv6 do NIC.br</description>
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		<title>O EaD IPv6 está começando!</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 18:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio M. Moreiras</dc:creator>
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		<category><![CDATA[IPv6]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="52" height="57" src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/ipv6-ead.png" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="ipv6-ead" title="ipv6-ead" /></p><strong>Amanhã teremos a primeira aula do EaD IPv6!</strong> Estamos muito animados com o interesse que obtivemos. Não esperávamos uma demanda tão grande! Tivemos <strong>17000 mil acessos</strong> em <a href=http://ipv6.br/ead/>http://ipv6.br/ead/</a> e <strong>mais de 1500 inscrições</strong>. Mas a primeira turma tem apenas 20 vagas!

Bom... Estamos no começo. E queremos dar um passo por vez. Queremos muito atender a enorme demanda que há e faremos o que for possível para que isso aconteça. <strong>Se a primeira turma tiver uma avaliação positiva, em breve ofereceremos outras.</strong> Em nosso sistema de inscrições <a href="http://cursos.ceptro.br">http://cursos.ceptro.br</a> existe a possibilidade dos interessados inscreverem-se numa lista de espera.

Ainda assim, sabemos que não poderemos atender a todos. Os inscritos serão selecionados com base nas informações fornecidas, por isso, para os interessados, é importante preencher todos os campos de forma concisa e com precisão. Lembramos, contudo, a todos que não forem selecionados num primeiro momento, que todo nosso material está disponível de forma gratuita em <a href="http://ipv6.br/download">http://ipv6.br/download</a>, inclusive a imagem da máquina virtual e os roteiros de experiências para os laboratórios! Oferecemos ainda, também gratuitamente, o e-learning <a href="http://ipv6.br/curso">http://ipv6.br/curso/</a>]]></description>
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		<title>IPv6 no café da manhã</title>
		<link>http://ipv6.br/cafe/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 20:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe IPv6.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[IPv6]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="80" height="89" src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/cafe-da-manha-mini.png" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="cafe-da-manha-mini" title="cafe-da-manha-mini" /></p><a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/cafe-da-manha.jpeg"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/cafe-da-manha.jpeg" alt="" title="cafe-da-manha" width="213" height="236" class="alignleft size-full wp-image-3667" /></a>No dia 28/05 teremos mais uma edição do IPv6 no Café da Manhã. Este evento apresentará a situação atual da implantação do IPv6 nas universidades brasileiras.

O tema será coberto em aspectos técnicos das redes e também no ensino de IPv6.

Nos aspectos técnicos teremos detalhes da implantação do IPv6 nas redes acadêmicas, incluindo planejamento, planos de treinamentos, troca de equipamentos, casos de sucesso, dificuldades etc.

Nos aspectos de ensino teremos detalhes de como introduzir IPv6 na grade curricular dos cursos relacionados, com experiências de universidades que já o fizeram e que inclusive receberam a chancela do IPv6 Forum.

Saiba mais em <a href="http://ipv6.br/cafe">http://ipv6.br/cafe</a>]]></description>
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		<title>Tutorial de segurança IPv6 &#8211; GTER 35 / GTS 21</title>
		<link>http://ipv6.br/tutorial-de-seguranca-ipv6-gter-35gts-21/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 17:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe IPv6.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[IPv6]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="45" height="59" src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/05/ipv6-br-seguranca2.png" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="ipv6-br-seguranca" title="ipv6-br-seguranca" /></p>A equipe do IPv6.br apresentará, na próxima reunião GTER 35 / GTS 21, que ocorrerá em Foz de Iguaçu, de 23 a 25 de Maio de 2013, um <strong>tutorial de segurança IPv6</strong>.

O tutorial apresentará diversos aspectos da segurança em IPv6, incluindo exercícios práticos sobre o tema. Serão abordadas questões sobre firewall, não existência de NAT nas redes, técnicas de transição, vulnerabilidades e formas de proteção.

O mini curso ocorrerá no <strong>sábado, dia 25 de maio, das 9h às 17h</strong>. As inscrições podem ser feitas no link <a href="http://eventos.ceptro.br/events/view/5">http://eventos.ceptro.br/events/view/5</a>.

As vagas são limitadas a 45 participantes. Não esqueça de fazer sua inscrição!

Mais detalhes sobre o GTER 35 e o GTS 21 podem ser encontrados em: <a href="http://gter.nic.br/">http://gter.nic.br/</a> e <a href="http://gts.nic.br/">http://gts.nic.br/</a>]]></description>
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		<title>Novo curso IPv6 a distância</title>
		<link>http://ipv6.br/novo-curso-ipv6-a-distancia/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 14:49:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Barasal Morales</dc:creator>
				<category><![CDATA[IPv6]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="52" height="57" src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/04/ipv6-ead.png" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="ipv6-ead" title="ipv6-ead" /></p><img class="right" title="curso-ipv6" src="http://www.ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2012/05/curso-ipv6.gif" alt="Curso IPv6" width="150" height="113" />

A partir de <strong>maio de 2013</strong> o NIC.br oferecerá mais uma oportunidade de especialização em IPv6: o curso a distância. Com a meta de atingir um público alvo não limitado geograficamente, principalmente de profissionais que trabalham em empresas usuárias da Internet, este curso será totalmente ministrado via rede. O aluno será amparado por um sistema Web em que poderá assistir aulas, fazer exercícios, postar dúvidas e interagir com instrutores e outros alunos.

O <strong>curso IPv6 a distância</strong> abordará o tema desde seus conceitos mais básicos, mostrando a estrutura do protocolo, até temas mais complexos, como roteamento, técnicas de segurança e transição. O enfoque será para redes de campus, corporativas, e não paras as redes de provedores, como nos cursos presenciais.

Ele tem <strong>duração de 7 semanas</strong>, cada uma contendo <strong>duas aulas expositivas transmitidas ao vivo, de 1 hora e meia cada</strong>. O horário das aulas depende de cada turma e será determinado com antecedência.

Cada aluno deve ainda <strong>dispor de pelo menos 6 horas semanais</strong> para realizar as tarefas, já que <strong>o curso é focado na prática</strong> para o aprendizado. Uma máquina virtual será disponibilizada para fazer experiências, utilizando a ferramenta de emulação de redes CORE.

O curso está sendo custeado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil e nada será cobrado dos alunos. O <strong>curso é gratuito para todos </strong> que tenham vontade de aprender.

Para obter mais informações e se inscrever no curso basta acessar o link <a href="http://www.ipv6.br/ead/"> http://ipv6.br/ead/ </a>]]></description>
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		<title>Quase 20% dos usuários Internet na UNESP já têm IPv6!</title>
		<link>http://ipv6.br/quase-20-de-trafego-internet-da-unesp-ja-e-ipv6/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 21:02:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio M. Moreiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[IPv6]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="80" height="28" src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/04/unesp-mini.png" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="unesp-mini" title="unesp-mini" /></p><a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/04/unesp.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/04/unesp.png" alt="" title="unesp" width="153" height="54" class="alignright size-full wp-image-3533" /></a> Desde junho de 2012 a ISOC (The Internet Society) mantém estatísticas dos acessos feitos via IPv6, dos participantes do World IPv6 Launch, aos grandes provedores de conteúdo. Dentre as redes monitoradas, a UNESP ocupa o 1º lugar na América Latina e 18º lugar geral.

No Brasil, a UNESP se destaca, com 18,3%, seguida pelo PoP-RNP da Bahia com 4,53% e pelo PoP-RNP de São Paulo com 0,87%. Isso significa que 18,3% de todos os acessos vindos da rede da universidade aos maiores provedores de conteúdo na Internet, como o Google, Facebook e Yahoo, utilizam o protocolo IPv6.

Sem dúvida, nesse aspecto, a UNESP é um exemplo a ser seguido pelas demais universidades.

Estatísticas e mais informações podem ser acessadas no endereço:

<a href="http://www.worldipv6launch.org/measurements/">http://www.worldipv6launch.org/measurements/</a>

<h2>IPV6 na Unesp</h2>

A preocupação para a instalação do IPv6 na instituição <strong>começou em 2009</strong>, quando a Assessoria de Informática da universidade decidiu ampliar o número de endereços de Internet (IPv4), diante das previsões de esgotamento em nível mundial. As questões que se encontravam na época eram: a minha rede está preparada? Qual a diferença entre os protocolos IPv4 e IPv6? Temos conhecimento para implementar?

Em 2010, foi trocado todo o parque de switches, que são equipamentos para conexão de computadores e outros dispositivos à rede, o que viabilizou a instalação do IPv6. A ideia era começar a implantação pelo site da instituição (www.unesp.br), porém havia um equipamento crítico no caminho que ainda precisava ser trocado, isso dificultou o processo logo no início.

A UNESP também não tinha como sair para a Internet, pois nenhum de seus provedores de acesso tinha IPv6. A solução foi utilizar um serviço de túnel 6to4. Após algum tempo, <strong>o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) disponibilizou trânsito experimental de Internet em IPv6</strong> e o túnel pôde ser desativado.

Em 2011 o site principal já estava visível na Internet por meio do IPv6, ao mesmo tempo em que <strong>estavam sendo treinados aproximadamente 80 administradores de rede das 34 unidades da universidade, também pelo NIC.br</strong>.

<strong>Em 2012, a universidade passou a contar com uma instrução normativa que possibilitou a disseminação em massa do novo protocolo em suas unidades.</strong> Foram realizados workshops para explicar a iniciativa a todos os departamentos de informática da instituição. Atualmente, 10% de todo o tráfego de Internet da universidade é transportado em IPv6, além de 70% dos sites de conteúdo.

<em>(fonte: assessoria de imprensa da UNESP)</em>

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		<title>Como está a adoção do IPv6 no mundo, segundo a Cisco?</title>
		<link>http://ipv6.br/como-esta-a-adocao-do-ipv6-no-mundo-segundo-a-cisco/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 23:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio M. Moreiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[IPv6]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="49" height="100" src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/04/widget.png" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="widget" title="widget" /></p><a href="http://6lab.cisco.com/stats/"><img src="http://6lab-stats.com/v2.php/brarusincn" class="alignright" alt="Cisco 6lab IPv6 stats widget" width="150" height="350"/></a> A Cisco criou há algum tempo o site <a href="http://6lab.cisco.com/stats/">http://6lab.cisco.com/stats/</a>, com <strong>estatísticas sobre a adoção do protocolo no mundo</strong>. <strong>A novidade é o widget ao lado</strong>, que pode ser incluido em qualquer website facilmente, e permite a comparação da adoção do IPv6 em 05 países diferentes, ao gosto do freguês (ou do webmaster). Instruções detalhadas sobre como utilizá-lo podem ser encontradas em: <a href="http://6lab-stats.com/">http://6lab-stats.com/</a>.

Neste exemplo, usamos:

<pre>
&lt;a href="http://6lab.cisco.com/stats/"&gt;
&lt;img src="http://6lab-stats.com/v2.php/brarusincn" alt="Cisco 6lab IPv6 stats widget" width="150" height="350"/&gt;
&lt;/a&gt;
</pre>

O interessante do site é que permite visualizar, de forma bastante prática, num mapa, várias medidas diferentes da adoção do IPv6: por usuários, sites, ASes de trânsito, prefixos anunciados, ou o conjunto dessas quatro medições. 

Dando uma olhada em como está o Brasil, nas estatísticas, vemos que <strong>estamos relativamente bem, se olharmos os sites com IPv6</strong>:

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/04/sites-cisco.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/04/sites-cisco-300x150.png" alt="" title="sites-cisco" width="300" height="150" class="aligncenter size-medium wp-image-3514" /></a>

Contudo <strong>nos demais aspectos da implantação, temos muito a avançar</strong>, como trânsito e prefixos IPv6 anunciados:

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/04/transito-cisco.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/04/transito-cisco-300x145.png" alt="" title="transito-cisco" width="300" height="145" class="aligncenter size-medium wp-image-3515" /></a>

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/04/prefixos-cisco.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/04/prefixos-cisco-300x141.png" alt="" title="prefixos-cisco" width="300" height="141" class="aligncenter size-medium wp-image-3516" /></a>

Ou usuários com IPv6:

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/04/usuarios-cisco.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/04/usuarios-cisco-300x147.png" alt="" title="usuarios-cisco" width="300" height="147" class="aligncenter size-medium wp-image-3517" /></a>

O histórico e detalhamento dos dados do Brasil, pode ser obtido em:

<a href="http://6lab.cisco.com/stats/cible.php?country=BR">http://6lab.cisco.com/stats/cible.php?country=BR</a>
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		</item>
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		<title>Procurando algo legal para o fim de semana chuvoso? Concurso IPSO 2013!</title>
		<link>http://ipv6.br/procurando-algo-legal-para-o-fim-de-semana-chuvoso-concurso-ipso-2013/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Mar 2013 20:32:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio M. Moreiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[IPv6]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="100" height="50" src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/ipso-mini1.png" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="ipso-mini" title="ipso-mini" /></p><a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/ipso.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/ipso.png" alt="" title="ipso" width="300" height="117" class="alignright size-full wp-image-3476" /></a>Você gosta de fazer projetos com <strong>Arduino</strong>, <strong>Raspberry PI</strong>, ou plataformas semelhantes? Sabe como conectá-las à Internet com <strong>IPv6</strong> e <strong>6loWPAN</strong>? Tem criado dispositivos interessantes para automatizar sua casa ou escritório? Tem uma idéia interessante para um projeto envolvendo a Internet das Coisas? Inscreva-se no concurso da IPSO. Você pode ganhar <strong>até US$ 10.000,00</strong>.

A IPSO é uma organização sem fins de lucro que promove o uso do IP em dispositivos embarcados. <strong>Inscrições para o concurso podem ser feitas até 05 de Abril</strong>. Os projetos escolhidos como semi finalistas deverão <strong>enviar um protótipo funcional até dia 17 de Maio</strong>. Serão escolhidos três, o <strong>primeiro prêmio será de US$ 10.000,00</strong>, e os subsequentes de US$ 5.000,00 e US$ 2.500,00.

Na verdade não é absolutamente necessário que os projetos usem IPv6, mas para ser verdadeiramente relacionados à Internet das Coisas, são poucas as outras alternativas.

Mais informações em: <a href="http://www.ipso-alliance.org/challenge2013">http://www.ipso-alliance.org/challenge2013</a>]]></description>
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		</item>
		<item>
		<title>ZigBee usa agora 6loWPAN! Sua próxima lâmpada terá IPv6?</title>
		<link>http://ipv6.br/zigbee-usa-agora-6lowpan-sua-proxima-lampada-tera-ipv6/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Mar 2013 04:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio M. Moreiras</dc:creator>
				<category><![CDATA[IPv6]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="80" height="74" src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/6lowpan.png" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="6lowpan" title="6lowpan" /></p><a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/6lowpan.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/6lowpan.png" alt="" title="6lowpan" width="80" height="74" class="alignleft size-full wp-image-3441" /></a>A ZigBee Alliance é um consórcio de empresas que especifica padrões usados amplamente em uma gama muito variada de aplicações de automação e redes de sensores. Até pouco tempo, definiam um padrão proprietário, que apenas membros da ZigBee Alliance podiam usar. Recentemente <a href="http://www.zigbee.org/default.aspx?Contenttype=ArticleDet&tabID=332&moduleId=&Aid=446&PR=PR">anunciaram que adotarão como alternativa um padrão aberto, baseado em IPv6 e 6loWPAN</a>, definidos pela IETF, o que parece ser uma excelente notícia. Neste artigo, procurarei explicar o que é o 6loWPAN, e qual a mágica para conseguir rodar o IPv6 em redes com MTU baixo, e onde se usam processadores com sérias limitações de processamento e memória.

<h2> A importância das WPANs ou Redes sem fio pessoais </h2>

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/ieee802.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/ieee802.png" alt="" title="ieee802" width="145" height="73" class="alignright size-full wp-image-3447" /></a>A importância das <strong>WPANs (Wireless Personal Area Networks)</strong> vem aumentando nos últimos anos. Elas têm sido usadas em diversos campos, como automação residencial, industrial e agrícola, embarcadas em veículos, para o monitoramento das condições de saúde à distância, entre outros. Algumas aplicações não eram possíveis antes do seu advento, outras tornaram-se mais simples com seu uso. Esse tipo de redes é muito importante para o advento da chamada Internet das Coisas.

<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mark_Weiser">Mark Weiser</a>, em 1991, apresentou um conceito que tem influenciado, de forma marcante, o desenvolvimento da ciência da computação. <strong>Os computadores não deveriam ser equipamentos complicados e difíceis de usar</strong>, exigindo um difícil aprendizado e permanecendo à parte do mundo real. <strong>Eles deveriam, sim, integrar-se de forma natural ao nosso ambiente, tornando-se invisíveis, e fazendo mais fáceis as tarefas do dia a dia.</strong> Esse conceito é chamado de <strong>computação ubíqua</strong>. Para a computação ubíqua tornar-se possível, são necesssárias duas outras tecnologias: a computação móvel, que possibilita que o computador mova-se fisicamente conosco, e a computação pervasiva, que significa que há computadores integrados ao ambiente de forma invisível.

As WPANs têm uma natureza pervasiva, possibilitando a integração de computadores a diversos objetos e equipamentos, e ao ambiente, de forma geral. Por utilizarem comunicação sem fio, sua integração com dispositivos móveis é também natural. Um dos padrões mais importante para as WPANs na atualidade é o IEEE 802.15.4 e será brevemente introduzido neste artigo, em conjunto com o ZigBee, que especifica uma possível camada de rede para o mesmo. A Internet, por sua vez, também possui uma natureza pervasiva, estando presente em todo o mundo e em praticamente todos os tipos de ambientes. Dentre os padrões utilizados na Internet, o IPv6 merece destaque: o IP é um dos alicerces básicos da rede e sua nova versão está sendo implantada atualmente, com o objetivo de possibilitar a continuidade do crescimento da Internet. A integração dessas tecnologias: as redes IEEE 802.15.4 e Internet IPv6 é necessária ou desejada em diversas aplicações e colabora no sentido de tornar real o conceito de uma computação ubíqua e da própria Internet das Coisas.

<h2> O padrão IEEE 802.15.4 </h2>

<strong>O IEEE 802.15.4 é um padrão para WPANs de baixa velocidade.</strong> Elas são caracterizadas por servir a dispositivos de baixo custo, comunicando-se a distâncias curtas, geralmente alimentados por baterias e com severas restrições quanto ao processamento e memória disponíveis. <strong>A complexidade do IEEE 802.15.4 é considerada baixa se comparada a de outros padrões semelhantes, como o Bluetooth.</strong> Ele utiliza três faixas de freqüência possíveis: 868Mhz, 915Mhz e 2.4Ghz, adequando-se às normas da maioria dos países. O alcance do rádio geralmente fica entre 10 e 100m, mas pode haver dispositivos com alcances maiores. É utilizado o CSMA-CA (Carrier Sense Multiple Access with Colision Avoidance) ou o CSMA-CA com uso de slots, para o acesso ao meio físico. 

<strong>O IEEE 802.15.4 define apenas as camadas 1 e 2 do modelo de referência ISO/OSI</strong>, conforme ilustrado na figura 1. A figura mostra ainda as topologias possíveis e os tipos de dispositivos normalmente presentes numa rede. Há dois tipos de dispositivos: os de Capacidade Plena ou FFD (Full Function Devices) e os de Capacidade Limitada ou RFD (Reduced Function Devices). Os primeiros geralmente são alimentados via rede elétrica e tem maior capacidade de processamento. Eles executam uma implementação completa dos protocolos de rede, podendo assumir a função de Coordenador da rede, e tendo a capacidade de realizar roteamento. Os dispositivos de Capacidade Limitada geralmente são alimentados por pilhas ou baterias, têm baixa capacidade de processamento e memória, não sendo capazes de realizar roteamento. Um RRD pode comunicar-se com apenas um FFD. Geralmente os RFDs são equipados com os sensores e atuadores utilizados na rede, mas os FFDs também podem assumir essa função. 

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura1-6lowpan.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura1-6lowpan.png" alt="" title="figura1-6lowpan" width="736" height="324" class="aligncenter size-full wp-image-3420" /></a>

IEEE 802.15.4 é um padrão amplamente adotado, utilizado até pouco tempo quase exclusivamente com o ZigBee, que até agora era um padrão proprietário da ZigBee Alliance, e que será descrito à seguir. Contudo a alternativa de utilizá-lo com o IPv6, usando uma camada de adaptação chamada de 6loWPAN, surgiu há algum tempo, e vem ganhando adeptos desde então.

<h2> Redes ZigBee e sua integração à Internet e redes IPv6 </h2>

<strong>A versão proprietária do ZigBee foi criada para ser utilizada em conjunto com o IEEE 802.15.4.</strong> Muitas vezes ambos são confundidos ou descritos como um só padrão, o que, conceitualmente, não corresponde à realidade. O ZigBee implementa, conforme ilustrado na figura 2, as camadas de rede, não presentes no IEEE 802.15.4. 

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura2-6lowpan.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura2-6lowpan.png" alt="" title="figura2-6lowpan" width="553" height="316" class="aligncenter size-full wp-image-3427" /></a>
 
Até agora, <strong>o ZigBee podia ser integrado às redes IP e à Internet por meio de gateways</strong>, mas <strong>como os protocolos eram diferentes, esses dispositivos eram complexos</strong> (em especial no que diz respeito à camada de aplicação) a fim permitir a comunicação entre as redes. O funcionamento de um gateway ZigBee/IP é ilustrado na figura 3.

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura3-6lowpan.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura3-6lowpan.png" alt="" title="figura3-6lowpan" width="680" height="275" class="aligncenter size-full wp-image-3430" /></a>

<h2> Redes 6LoWPAN e sua integração à Internet </h2>

<strong>O IP por muito tempo não foi visto como uma opção quando se consideravam as redes de sensores, por conta de percepção de que ele era um protocolo muito complexo para esse tipo de aplicação.</strong> No entanto, um grupo crescente de engenheiros e pesquisadores têm questionado essa concepção: o grupo de trabalho 6LoWPAN do Internet Engineering Task Force (IETF), que nasceu à partir da pergunta <strong>“Por que inventar um novo protocolo, se já temos o IP?”</strong>.

Nas primeiras discussões sobre que protocolos deveriam ser utilizados com o IEEE 802.15.4, por volta do ano de 2001, chegou-se a cogitar o uso do IP; contudo a possibilidade acabou sendo rejeitada pela ZigBee Alliance e outros grupos, que desenvolveram novos protocolos, em sua maioria proprietários, para a função. 

<strong>O uso do IP, no entanto, traz uma série de vantagens: o modelo de conexão fica simplificado, eliminando-se a necessidade de gateways complexos; ferramentas já existentes para comissionamento, configuração, gerenciamento e tratamento de problemas nas redes IP podem ser utilizadas. Outros protocolos que funcionam sobre IP, TCP ou UDP podem ser aproveitados. Protocolos proprietários usados em produtos de automação e controle que foram adaptados para funcionar sobre o IP podem ser usados. A natureza aberta da especificação do IP favorece um melhor entendimento da tecnologia e, geralmente, gera menos problemas relativos aos direitos de uso da mesma. </strong>

O grupo <strong>6LoWPAN</strong> identificou uma série de desafios e metas para a utilização do IP nas redes IEEE 802.15.4, que foram descritos na RFC 4919. Pode-se citar, por exemplo, a necessidade do protocolo funcionar em dispositivos com sérias restrições de capacidade de memória e processamento; a necessidade de compressão dos pacotes e de fragmentação na camada 2, devido ao pequeno MTU (Maximum Transmission Unit) da rede; a necessidade de suportar topologias mesh, com protocolos de roteamento simples o suficiente para serem suportados pelos dispositivos; a necessidade de autoconfiguração, devido à grande quantidade de dispositivos normalmente presentes nas redes e à dificuldade de interação por conta da ausência de uma interface com o usuário, entre outros.

A forma encontrada para suportar o IP nas redes IEEE 802.15.4 foi a <strong>criação de uma camada de adaptação</strong>, capaz de realizar a compressão dos cabeçalhos para sua transmissão na rede. Além disso, essa camada realiza a fragmentação e desfragmentação dos pacotes, quando necessário, já que o MTU da camada física é menor do que o mínimo especificado pelo IPv6; também é permitida a emulação de broadcast e o suporte a protocolos de roteamento da camada 2 para as redes mesh. A RFC 4944 especifica essa camada de adaptação. Na figura 4 pode-se observar o posicionamento da camada de adaptação 6LoWPAN em relação ao modelo de referência ISO/OSI.

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura4-6lowpan.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura4-6lowpan.png" alt="" title="figura4-6lowpan" width="588" height="269" class="aligncenter size-full wp-image-3432" /></a>

À semelhança dos cabeçalhos de extensão do próprio IPv6, foram criados cabeçalhos opcionais no 6LoWPAN, exemplificados na figura 5, adaptada da RFC 4944. Os cabeçalhos servem para dar suporte às diversas funções da camada e só são usados quando necessário, encadeados da forma ilustrada pela figura. O HC1 é o cabeçalho IP comprimido. O Mesh é utilizado para roteamento na camada 2. Os cabeçalhos de Fragmentação e Broadcast são auto-explicativos.

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura5-6lowpan.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura5-6lowpan.png" alt="" title="figura5-6lowpan" width="934" height="406" class="aligncenter size-full wp-image-3433" /></a>

A figura 6, adaptada da RFC 4944 mostra a técnica de compressão stateless usada no 6LoWPAN, que permite, no melhor caso, a compressão dos 40 bytes do cabeçalho IPv6 em apenas 2 bytes. Isso é possível porque os endereços IPv6 são formados a partir dos endereços físicos dos dispositivos 802.15.4 e por uma série de outras simplificações. Os campos em verde são suprimidos ou comprimidos e apenas o limite de hops é enviado integralmente. Os campos, no entanto, podem ser transmitidos integralmente sempre que necessário.

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura6-6lowpan.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura6-6lowpan.png" alt="" title="figura6-6lowpan" width="1102" height="545" class="aligncenter size-full wp-image-3436" /></a>

A integração de uma rede 802.15.4 usando 6LoWPAN com a Internet ou outras redes IP é feita de forma muito simples, já que se trata do mesmo protocolo. A implementação de um gateway envolve a camada rede, como mostrado na figura 7.

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura7-6lowpan.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/figura7-6lowpan.png" alt="" title="figura7-6lowpan" width="928" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-3437" /></a>

<h2> Conclusão </h2>

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/zigbee-ip.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/zigbee-ip-262x300.png" alt="" title="zigbee-ip" width="262" height="300" class="alignright size-medium wp-image-3471" /></a>Pode-se notar um interesse crescente da comunidade técnica e científica em torno do 6LoWPAN. Vários experimentos e trabalhos acadêmicos têm sido feitos nos últimos anos. Cada vez mais produtos tem surgido no mercado, com a utilização do protocolo.

Corroborando com essa tese, a ISA (International Society of Automation), em 2005, iniciou um processo para a criação de uma família de padrões para redes sem fio para automação industrial. O padrão, chamado de ISA100, foi anunciado como o “próximo 4-20mA” (o que quer dizer que espera-se que seja amplamente difundido e utilizado). Ele é baseado no 6lowpan e IEEE 802.15.4.

O fato de, agora, a ZigBee Alliance ter lançado o ZigBee IP, indica que há boa chance de que o padrão, baseado em IPv6 e 6lowpan, venha a substituir a versão proprietária do ZigBee como protocolo dominante usado em conjunto com o IEEE 802.15.4.

<strong>O 6LoWPAN, sem dúvida, apresenta-se como a melhor alternativa para a integração das WPANs à Internet e às redes IP. </strong>

<br />&nbsp;
<em>Nota: este artigo foi baseado em outro, de minha autoria, e de cunho acadêmico, escrito em 2009, e que acabou não sendo publicado. O artigo original contou com a orientação do prof. Dr. Carlos E. Cugnasca, da Poli/USP. Não poderia deixar de reconhecer sua colaboração e agradecer.</em>]]></description>
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		<title>Você, provedor, já consegue obter trânsito IPv6?</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 16:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio M. Moreiras</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img width="75" height="74" src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/sem-conexao-mini2.png" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="sem-conexao-mini" title="sem-conexao-mini" /></p>Muitos Sistemas Autônomos(*) ainda não conseguiram se conectar via IPv6. Essa situação dificulta toda a implantação do protocolo no Brasil, pois gera um efeito negativo em cascata. Explicando melhor: se o provedor de trânsito não fornecer IPv6 aos <em>datacenters</em> e às empresas em geral, os <em>sites</em> Web e outros serviços não poderão implantar o IPv6. Se os pequenos provedores não conseguem obter IPv6 dos grandes provedores, também não conseguem entregá-los a seus usuários.

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/sem-conexao.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/sem-conexao.png" alt="" title="sem-conexao" width="300" height="229" class="alignright size-full wp-image-3334" /></a>

A equipe do IPv6.br vinha recomendando, desde o final de 2011, um <a href="http://ipv6.br/cronograma/">cronograma para a implantação do IPv6 no Brasil</a>, onde todos os sistemas autônomos deveriam obter trânsito IPv6 até a metade de 2012. O próprio <a href="http://cgi.br/regulamentacao/resolucao2012-007.htm"> CGI.br recomendou esse mesmo cronograma em sua resolução 007/2012.</a> Era já uma meta difícil, mas o esgotamento dos endereços livres IPv4 está muito próximo e é necessário que toda a cadeia de valor da Internet tenha condições de implantar o IPv6 em tempo hábil. Ainda em 2012, algumas das grandes operadoras de telecom (que funcionam, na prática, como provedores para os demais provedores) comprometeram-se a disponibilizar esse trânsito, para os demais Sistemas Autônomos, até Janeiro de 2013.

Vamos buscar, neste artigo, <strong>entender como está a situação atualmente, em março de 2013</strong>. Para tanto, nos basearemos em três fontes de dados: (i) dados do Registro.br e LACNIC, (ii) numa enquete feita recentemente pela equipe do IPv6.br, entre os ASes, e (iii) na análise da tabela de rotas global da Internet.

<em>(*) Sistemas Autônomos são as redes que compõem a Internet. Praticamente todos os<strong> provedores de acesso e serviços</strong> na Internet são também ASes (Sistemas Autônomos). Outras grandes redes, de empresas, universidades e outros tipos de instituições também podem ser. Os ASes normalmente têm seus próprios endereços IP, e usam o BGP, que é o protocolo de roteamento externo da Internet, para ensinar às demais redes como chegar até seus usuários e serviços.</em>

<h2> Dados do Registro.br e LACNIC </h2>

Segundo os dados do Registro.br e LACNIC, no Brasil temos <strong>1963 Autonomous Systems</strong>, contra <strong>975 blocos IPv6</strong> alocados. Esses dados podem ser obtidos em <a href="ftp://ftp.lacnic.net/pub/stats/lacnic/delegated-lacnic-latest">ftp://ftp.lacnic.net/pub/stats/lacnic/delegated-lacnic-latest</a>. No próprio sítio do IPv6.br temos um gráfico que ilustra a evolução dessas alocações: <a href="http://ipv6.br/estatisticas/#asnipv6">http://ipv6.br/estatisticas/#asnipv6</a>. 

Apesar da taxa de crescimento ter aumentado consideravelmente nos últimos anos, pode-se observar que a situação está longe de ser ideal. Os dados mostram que <strong>apenas cerca de metade dos ASes nacionais tem um bloco IPv6 alocado para si</strong>.

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/Captura-de-Tela-2013-03-23-às-16.14.47.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/Captura-de-Tela-2013-03-23-às-16.14.47-300x232.png" alt="" title="Captura de Tela 2013-03-23 às 16.14.47" width="300" height="232" class="alignnone size-medium wp-image-3297" /></a>

Olhando apenas esses dados, e fazendo uma extrapolação simples, vemos que somente em dezembro de 2015 todos os ASes terão IPv6.

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/extrapolacao-asn2.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/extrapolacao-asn2-300x248.png" alt="" title="extrapolacao-asn" width="300" height="248" class="alignnone size-medium wp-image-3294" /></a>

Naturalmente, numa análise mais profunda deveríamos considerar outros fatores. Por exemplo, temos uma concentração no mercado brasileiro, com um número pequeno de provedores oferecendo trânsito ou acesso à Internet a uma grande parcela dos usuários. Se observarmos a tabela de roteamento global, veremos que apenas cerca de 83% dos 1963 ASes estão realmente ativos. É mais importante que os ASes realmente ativos e, em especial, os que têm mais clientes, tenham IPv6, do que os demais. Provavelmente se considerássemos isso teríamos uma situação melhor do que a observada tão somente com os dados de alocação, mas também provavelmente continuaria longe do ideal. 

<h2> Enquete sobre trânsito IPv6 para os ASes </h2>

Realizamos entre 15 e 20 de março de 2013 uma enquete entre os ASes brasileiros, divulgada para nossos ex alunos do curso IPv6, e na lista de emails do GTER (Grupo de Trabalho de Engenharia de Redes). Como algumas das principais operadoras de telecom se comprometeram o oferecer trânsito IPv6 para os Sistemas Autônomos à partir de janeiro de 2013, nossa intenção era avaliar como isso estava acontecendo. Esperávamos, por exemplo, observar alguma diferença na oferta entre as regiões do país, ou entre cidades maiores e menores.

Obtivemos 59 respostas. Os provedores eram em sua maioria de Capitais ou cidades médias (89%), e se dividiam nas seguintes regiões:

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/Captura-de-Tela-2013-03-23-às-13.30.15.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/Captura-de-Tela-2013-03-23-às-13.30.15-300x101.png" alt="" title="Captura de Tela 2013-03-23 às 13.30.15" width="300" height="101" class="aligncenter size-medium wp-image-3279" /></a>

Apesar de não termos muitas respostas, elas permitiram entender a situação, mostrando algo diferente do que esperávamos.

Em uma das questões perguntávamos: <em>"Você tentou obter trânsito IPv6 para seu ASN em 2013 e NÃO CONSEGUIU? Consultando quais operadoras?".</em> Obtivemos o seguinte quadro:

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/Captura-de-Tela-2013-03-23-às-13.30.58.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/Captura-de-Tela-2013-03-23-às-13.30.58-265x300.png" alt="" title="Captura de Tela 2013-03-23 às 13.30.58" width="265" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-3301" /></a>

Em "outros", apareceram também ANID, COPEL e UNOTEL.

Uma outra questão era: <em>"Informe as operadoras com as quais você JÁ TEM trânsito IPv6"</em>. E nos permitiu obter o seguinte quadro:

<a href="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/Captura-de-Tela-2013-03-23-às-13.31.18.png"><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/Captura-de-Tela-2013-03-23-às-13.31.18-255x300.png" alt="" title="Captura de Tela 2013-03-23 às 13.31.18" width="255" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-3302" /></a>

Analisando as respostas alguns pontos chamaram a atenção:
<ul>
<li>aparentemente, algumas das principais operadoras de telecom ainda não começaram a oferecer trânsito IPv6 para os ASes;</li>
<li>mesmo as operadoras que claramente já oferecem trânsito IPv6, disseram NÃO a alguns clientes, mostrando que pode haver problemas de disponibilidade em localidades específicas, ou ainda que podem haver gerentes de contas mal informados;
<li>os trânsitos experimentais, como o do NIC.br e o da HE ainda figuram entre os principais "fornecedores";</li>
<li>muitos ASes aparentemente não estão solicitando trânsito IPv6 para seus upstreams, ou ao menos não têm insistido nisso.</li>
</ul>

<h2> Análise da tabela de roteamento global da Internet </h2>

A análise da enquete nos mostrou uma situação diferente da que esperávamos: aparentemente <strong>alguns dos principais fornecedores de trânsito IPv4 ainda não começaram a oferecer trânsito IPv6 para os demais ASes</strong>. No entanto, com menos de 60 respostas, não havia como ter certeza. Por isso, buscamos dados em outra fonte: analisamos as tabelas de rotas globais, IPv4 e IPv6.

A análise consistiu em identificar os ASes brasileiros, e verificar quem eram seus principais upstreams, IPv4 e IPv6, observando a tabela de rotas global em diversos <em>"looking glasses"</em> e "coletores de rotas" disponíveis publicamente: <em>route-server.he.net, route-server.eu.gblx.net, grh.sixxs.net, route-server.tinet.net, routeserver.belwue.de, routeserver.sunrise.ch, route-views4.routeviews.org, routeviews6.routeviews.org</em>.

Em primeiro lugar, vemos que <strong>apenas 201 ASes brasileiros anunciam blocos IPv6 na Internet</strong>, o que é a indicação mínima de que estão efetivamente sendo usados. Ou seja, se um AS não anuncia sequer um bloco IPv6 na tabela global de rotas, podemos ter certeza de que ele não está utilizando o protocolo. O número de 201 ASes que está utilizando de fato o IPv6 equivale a <strong>apenas 20.6% dos que têm os blocos IPv6 alocados</strong>, ou <strong>10.2% do total de ASes do país</strong>. Esse dado piora o retrato que tínhamos, baseado no número de alocações feitas aos ASes pelo Registro.br, que por si só já era ruim.

A tabela a seguir mostra <strong>TODOS os ASes que fornecem trânsito IPv6 para um AS brasileiro</strong>, ordenados de acordo com o número de clientes de trânsito. Mostra ainda a quantidade de clientes de trânsito que cada um desses fornecedores possui. <strong>Se você é um provedor, ou Sistema Autônomo, e precisa obter trânsito IPv6, essa tabela mostra quem pode, de fato, lhe fornecer!</strong>

Uma dica para quem quer saber quem são os clientes, e fornecedores, de IPv4 ou IPv6, para um dado AS: uma forma muito simples é consultar o sítio: <a href=http://bgp.net.br/analysis>http://bgp.net.br/analysis</a> e digitar o ASN desejado. Outro sítio que oferece um recurso semelhante é o da HE: <a href="http://bgp.he.net/">http://bgp.he.net/</a>, ele tem como vantagem mostrar as relações entre os ASes de forma gráfica. Uma terceira opção é o RIS, do RIPE: <a href="http://www.ripe.net/data-tools/stats/ris">http://www.ripe.net/data-tools/stats/ris</a>. Mas veja a "nota importante" ao final deste artigo, antes de confiar plenamente nos dados obtidos!

<pre>
Pos Qtd    ASN Nome
001 049  16735 COMPANHIA DE TELECOMUNICACOES DO BRASIL CENTRAL
002 049   6939 Hurricane Electric, Inc.
003 023   3549 Level 3 Communications, Inc.
004 021  22548 Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR
005 013  18881 Global Village Telecom
006 012   1916 Associação Rede Nacional de Ensino e Pesquisa
007 007  25933 Sul Americana Tecnologia e Informática Ltda.
008 007  16397 Alog-02 Soluções de Tecnologia em Informática S.A.
009 007  12956 Telefonica
010 006   6762 SEABONE-NET
011 005  22356 Durand do Brasil Ltda
012 004  14868 COPEL Telecom S.A.
013 004  14840 COMMCORP COMUNICACOES LTDA
014 004  10881 FUNPAR - Fundacao da UFPR para o DCTC
015 004  10429 Telefonica Data S.A.
016 004   1251 FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA DO ESTADO SÃO PAULO
017 003 262761 oquei.com.br provedor Ltda
018 003  53237 TELECOMUNICACOES BRASILEIRAS S. A. - TELEBRAS
019 003  30071 TowardEX Technologies International, Inc.
020 003  26615 Tim Celular S.A.
021 003  12989 HWNG
022 003  11835 IPE INFORMATICA LTDA
023 003   2716 Universidade Federal do Rio Grande do Sul
024 002  28346 IB TELECOMUNICAÇÕES LTDA
025 002  28186 ITS TELECOMUNICAÇÕES LTDA
026 002  22431 ABASE - SERVICOS TELECOM DES E COM SOFT LTDA
027 002  20080 Florida International University
028 002  19151 WV FIBER
029 002   8560 ONEANDONE-AS
030 002   3257 TINET-BACKBONE
031 002   1239 Sprint
032 001 262699 FOX Internet Banda Larga
033 001 262465 Masterradius Telecom Ltda EPP
034 001  53137 TCA INFORMATICA LTDA
035 001  29748 Carpathia Hosting, Inc.
036 001  28625 Terremark do Brasil Ltda.
037 001  28303 Rede OptiTel
038 001  28220 CABO SERVICOS DE TELECOMUNICACOES LTDA
039 001  27750 Cooperación Latino Americana de Redes Avanzadas
040 001  23456 Internet Assigned Numbers Authority
041 001  23148 TERRENAP DATA CENTERS, INC.
042 001  18747 IFX Communication Ventures, Inc.
043 001  10417 Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa
044 001   4230 EMBRATEL-EMPRESA BRASILEIRA DE TELECOMUNICAÇÕES SA
045 001   3491 Beyond The Network America, Inc.
046 001   3292 TDC
047 001   2914 NTT America, Inc.
048 001   2603 NORDUNET
049 001    174 Cogent Communications
</pre>

Para fins de comparação, vamos observar quem são os<strong> principais fornecedores de trânsito IPv4</strong> para os ASes brasileiros. A tabela a seguir mostra aqueles <strong>ASes que têm mais de 50 clientes de trânsito</strong>:

<pre>
Pos Qtd    ASN Nome
001 255  18881 Global Village Telecom
002 212  16735 COMPANHIA DE TELECOMUNICACOES DO BRASIL CENTRAL
003 179   4230 EMBRATEL-EMPRESA BRASILEIRA DE TELECOMUNICA??ES SA
004 169   8167 Brasil Telecom S/A - Filial Distrito Federal
005 151   3549 Level 3 Communications, Inc.
006 094   7738 Telemar Norte Leste S.A.
007 092  10429 Telefonica Data S.A.
008 091  26615 Tim Celular S.A.
009 052  14868 COPEL Telecom S.A.
</pre>

A <strong>GVT (AS 18881)</strong> e a <strong>Algar/CTBC (AS 16735)</strong> aparecem como os principais fornecedores de IPv4. E também figuram entre os principais fornecedores de IPv6! A <strong>Level 3/GBLX (AS 3549)</strong> também é uma grande fornecedora de IPv4 e IPv6.

A <strong>Embratel (AS 4230)</strong> é a terceira maior fornecedora de IPv4, mas oferece IPv6 apenas para a NET, que é de seu próprio grupo. Se somarmos os clientes IPv4 da <strong>OI/BrT/Telemar (ASes 8167 e 7738)</strong>, ela seria a principal fornecedora. No entanto, não aparece ainda na tabela de rotas IPv6. 

A <strong>Vivo/Telefonica (AS 10429)</strong>, <strong>Tim (AS 26615)</strong> e <strong>COPEL (AS 14868)</strong> são grandes fornecedores IPv4. Mas oferecem IPv6 apenas para um número muito limitado de clientes, fazendo crer, numa primeira análise, que este ainda não está disponível em larga escala, ou seja, que para elas o IPv6 ainda não é um "produto de prateleira". Contudo, pode ser também que tenham disponibilizado o IPv6 apenas muito recentemente e que as ativações ainda não tenham sido solicitadas por seus clientes, ou ainda não tenha havido tempo para que fossem efetivadas e aparecessem na análise.

<h2> Conclusão </h2>

A falta de trânsito IPv6 para os ASes no Brasil continua sendo uma questão grave, em março de 2013, gerando potencialmente um efeito cascata negativo para a implantação do protocolo em toda a cadeia da Internet. Tendo em vista a proximidade do esgotamento do IPv4, a situação é realmente preocupante.

Vemos que claramente <strong>alguns dos principais fornecedores de trânsito IPv4, já oferecem também IPv6</strong>. Em especial a <strong>Algar Telecom, a GVT e a Level3</strong>. Outros demonstraram capacidade mas aparentemente ainda não oferecem em larga escala, como <strong>COPEL, TIM e VIVO</strong>. Acreditamos, pelas análises realizadas, que <strong>clientes IPv4 dessas 6 operadoras, de forma particular, devem insistir para serem atendidos com IPv6, e podem esperar e cobrar uma resposta positiva no curto prazo</strong>.

Outros dos grandes fornecedores de trânsito IPv4, como a <strong>Embratel e a OI ainda não estão oferecendo trânsito IPv6</strong>. Acreditamos que a<strong> insistência por parte de seus atuais clientes de trânsito IPv4 é ainda mais fundamental.</strong> Mas também, segundo os dados desta análise, não acreditamos que obterão uma resposta no curto prazo. Talvez seja necessário buscar alternativas. Precisamos também de alguma forma procurar entender as dificuldades que essas operadoras estão encontrando para atualizar-se no mesmo ritmo das demais.

Por fim, sugerimos aos <strong>ASes que não consigam atendimento pelos seus atuais fornecedores</strong>, que verifiquem a tabela completa dos fornecedores de trânsito IPv6. Verifiquem também quais estão presentes nos mesmos PTTs em que já participam, ou que atendam sua localidade. E que busquem novas oportunidades de negócio!

<br />&nbsp;
<strong>Nota importante:</strong>

Extrair dados das tabelas de rotas BGP não é uma tarefa simples: A visão da tabela não é a mesma para todos os ASes. É difícil distinguir relações de trânsito de relações de peering. De fato, podemos mesmo afirmar que o BGP foi projetado para esconder algumas informações! Podem haver, portanto, algumas distorções nos números aqui apresentados, e isso pode nos levar a conclusões equivocadas. Para minimizar esse problema, as análises da tabela IPv6 aqui relatadas basearam-se na comparação da visão de diversos ASes diferentes, o que nos leva a um resultado que, esperamos, esteja bem próximo à realidade.]]></description>
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		<title>Que roteadores wifi com IPv6 realmente encontramos? E quanto custam?</title>
		<link>http://ipv6.br/que-roteadores-wifi-realmente-encontramos-e-quais-seus-precos/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Mar 2013 03:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio M. Moreiras</dc:creator>
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		<category><![CDATA[IPv6]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><img width="100" height="70" src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/mini-wifi.png" class="attachment-post-thumbnail wp-post-image" alt="mini-wifi" title="mini-wifi" /></p><img src="http://ipv6.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/03/wifi.jpg" alt="" title="wifi" width="150" height="110" class="alignleft size-full wp-image-3273" /> Recentemente publicamos um artigo no qual mostrávamos quais modelos de roteadores wireless com suporte a IPv6 já estavam sendo vendidos por aqui, segundo seus fabricantes. Fizemos agora uma pesquisa pra ver o que realmente é encontrado nas lojas!

O artigo que publicamos recentemente foi: <a href="http://ipv6.br/vai-comprar-um-roteador-wifi-saiba-quais-sao-compativeis-com-ipv6/"><strong>Vai comprar um roteador wifi? Saiba quais são compatíveis com IPv6!</strong></a>. Para quem não o leu ainda, vale dar uma conferida. Para complementar o artigo, e ajudar àqueles que precisam comprar um roteador sem fio novo, <strong>fizemos agora uma pesquisa na Internet utilizando o Buscapé</strong>, um buscador especializado em comparação de preços, para verificar a disponibilidade de cada um dos modelos anunciados.

A tabela a seguir mostra o que encontramos. Segundo esses resultados, <strong>há diversas opções disponíveis, mas nem todos os equipamentos são realmente encontrados nas lojas brasileiras</strong>. A pesquisa mostra também que a maior parte dos equipamentos com suporte a IPv6 são ainda equipamentos de topo de linha. Não há opções entre os mais baratos.

Os dados são de 20 de março de 2013. Esperamos que ajudem!

<table border="0" cellspacing="0"><colgroup width="113"></colgroup> <colgroup width="132"></colgroup> <colgroup width="154"></colgroup> <colgroup width="149"></colgroup> <colgroup width="74"></colgroup> <colgroup width="565"></colgroup>
<tbody>
<tr>
<td align="LEFT" height="22">Marca</td>
<td align="LEFT">Modelo</td>
<td align="LEFT">Menor Preço (R$)</td>
<td align="LEFT">Maior Preço (R$)</td>
<td align="LEFT">Ofertas</td>
<td align="LEFT">Link</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="6" align="CENTER" valign="MIDDLE" height="134"><strong>Linksys</strong></td>
<td align="LEFT">E900</td>
<td align="LEFT">119,00</td>
<td align="LEFT">189,00</td>
<td align="RIGHT">19</td>
<td align="LEFT"><a href="http://compare.buscape.com.br/cisco-e900.html#precos">http://compare.buscape.com.br/cisco-e900.html#precos</a></td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT">E2500</td>
<td align="LEFT">229,40</td>
<td align="LEFT">339,91</td>
<td align="RIGHT">13</td>
<td align="LEFT"><a href="http://compare.buscape.com.br/linksys-e2500.html#precos">http://compare.buscape.com.br/linksys-e2500.html#precos</a></td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT">E3200</td>
<td align="LEFT">501,90</td>
<td align="LEFT">501,90</td>
<td align="RIGHT">1</td>
<td align="LEFT"><a href="http://compare.buscape.com.br/cisco-e3200.html#precos">http://compare.buscape.com.br/cisco-e3200.html#precos</a></td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT">E4200</td>
<td align="LEFT">465,90</td>
<td align="LEFT">799,00</td>
<td align="RIGHT">3</td>
<td align="LEFT"><a href="http://compare.buscape.com.br/linksys-e4200.html#precos">http://compare.buscape.com.br/linksys-e4200.html#precos</a></td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT">EA2700</td>
<td align="LEFT">322,19</td>
<td align="LEFT">398,99</td>
<td align="RIGHT">2</td>
<td align="LEFT"><a href="http://compare.buscape.com.br/cisco-ea2700.html#precos">http://compare.buscape.com.br/cisco-ea2700.html#precos</a></td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT">EA4500</td>
<td align="LEFT">581,40</td>
<td align="LEFT">683,99</td>
<td align="RIGHT">4</td>
<td align="LEFT"><a href="http://compare.buscape.com.br/cisco-ea4500.html#precos">http://compare.buscape.com.br/cisco-ea4500.html#precos</a></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2" align="CENTER" valign="MIDDLE" height="45"><strong>TP-Link</strong></td>
<td align="LEFT">TL-WDR4300</td>
<td align="LEFT">254,99</td>
<td align="LEFT">722,96</td>
<td align="RIGHT">10</td>
<td align="LEFT"><a href="http://compare.buscape.com.br/tp-link-tl-wdr4300.html#precos">http://compare.buscape.com.br/tp-link-tl-wdr4300.html#precos</a></td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT">TL-WDR3500</td>
<td align="LEFT">250,00</td>
<td align="LEFT">265,90</td>
<td align="RIGHT">2</td>
<td align="LEFT"><a href="http://compare.buscape.com.br/tp-link-tl-wdr3500.html#precos">http://compare.buscape.com.br/tp-link-tl-wdr3500.html#precos</a></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="4" align="CENTER" valign="MIDDLE" height="89"><strong>D-Link</strong></td>
<td align="LEFT">DIR-645</td>
<td align="LEFT">388,65</td>
<td align="LEFT">562,22</td>
<td align="RIGHT">13</td>
<td align="LEFT"><a href="http://compare.buscape.com.br/d-link-dir-645.html#precos">http://compare.buscape.com.br/d-link-dir-645.html#precos</a></td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT">DIR-655</td>
<td align="LEFT">325,00</td>
<td align="LEFT">599,00</td>
<td align="RIGHT">20</td>
<td align="LEFT"><a href="http://compare.buscape.com.br/d-link-dir-655.html">http://compare.buscape.com.br/d-link-dir-655.html</a></td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT">DIR-826L</td>
<td align="LEFT">446,25</td>
<td align="LEFT">526,99</td>
<td align="RIGHT">2</td>
<td align="LEFT"><a href="http://compare.buscape.com.br/d-link-dir-826l.html#precos">http://compare.buscape.com.br/d-link-dir-826l.html#precos</a></td>
</tr>
<tr>
<td align="LEFT">DIR-857</td>
<td align="LEFT">664,99</td>
<td align="LEFT">975,00</td>
<td align="RIGHT">14</td>
<td align="LEFT"><a href="http://compare.buscape.com.br/d-link-dir-857.html">http://compare.buscape.com.br/d-link-dir-857.html</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>

&nbsp;

<strong>UPDATE</strong> (em 23/03/2013)

Nossos ex-alunos do curso de IPv6 nos enviaram emails e alertaram para a ausência dos produtos da Apple nesses artigos. Bem, temos ouvido muita coisa sobre o suporte ao IPv6 no Airport Extreme e outros produtos da Apple há algum tempo, mas:

<ul>
<li> <strong>não conseguimos encontrar nenhuma referência nos sites da Apple ao suporte a IPv6</strong>, por exemplo, na descrição das características dos produtos (achamos na sessão de perguntas, mas as respostas aparentemente eram de usuários do site, e não de staff da Apple); </li>
<li> <strong>o pessoal da Apple não tem participado das reuniões sobre o assunto aqui no Brasil</strong>, então não temos informação em primeira mão, nem pelo site, nem por representantes; </li>
<li> temos algumas informações contraditórias, por exemplo, achamos referências de que numa certa versão a Apple havia retirado as opções IPv6 da ferramenta de configuração (o suporte ainda estava lá, mas não dava pra configurar), achamos também sites dizendo que não dá pra fechar PPPoE e usar IPv6, ou seja, se o provedor começar a entregar IPv6 nativo usando PPPoE, não dá pra usar, só com túneis...</li>
</ul>

Ainda assim, como alguns de nossos ex-alunos afirmam que o suporte a IPv6 nesses produtos é adequado, fica aqui registrada também essa opção:

<a href="http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=75&kw=airport"> http://compare.buscape.com.br/proc_unico?id=75&kw=airport </a>

<ul>
<li> <strong>Airport Express</strong>, disponível em 5 lojas, de R$ 349,00 a R$ 499,00 </li>
<li> <strong>Airport Extreme</strong>, disponível em 5 lojas, de R$ 589,43 a R$ 651,90 </li>
</ul>

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