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Desde junho de 2012 a ISOC (The Internet Society) mantém estatísticas dos acessos feitos via IPv6, dos participantes do World IPv6 Launch, aos grandes provedores de conteúdo. Dentre as redes monitoradas, a UNESP ocupa o 1º lugar na América Latina e 18º lugar geral.

No Brasil, a UNESP se destaca, com 18,3%, seguida pelo PoP-RNP da Bahia com 4,53% e pelo PoP-RNP de São Paulo com 0,87%. Isso significa que 18,3% de todos os acessos vindos da rede da universidade aos maiores provedores de conteúdo na Internet, como o Google, Facebook e Yahoo, utilizam o protocolo IPv6.

Sem dúvida, nesse aspecto, a UNESP é um exemplo a ser seguido pelas demais universidades.

Estatísticas e mais informações podem ser acessadas no endereço:
http://www.worldipv6launch.org/measurements/

IPV6 na Unesp

A preocupação para a instalação do IPv6 na instituição começou em 2009, quando a Assessoria de Informática da universidade decidiu ampliar o número de endereços de Internet (IPv4), diante das previsões de esgotamento em nível mundial. As questões que se encontravam na época eram: a minha rede está preparada? Qual a diferença entre os protocolos IPv4 e IPv6? Temos conhecimento para implementar?

Em 2010, foi trocado todo o parque de switches, que são equipamentos para conexão de computadores e outros dispositivos à rede, o que viabilizou a instalação do IPv6. A ideia era começar a implantação pelo site da instituição (www.unesp.br), porém havia um equipamento crítico no caminho que ainda precisava ser trocado, isso dificultou o processo logo no início.

A UNESP também não tinha como sair para a Internet, pois nenhum de seus provedores de acesso tinha IPv6. A solução foi utilizar um serviço de túnel 6to4. Após algum tempo, o NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) disponibilizou trânsito experimental de Internet em IPv6 e o túnel pôde ser desativado.

Em 2011 o site principal já estava visível na Internet por meio do IPv6, ao mesmo tempo em que estavam sendo treinados aproximadamente 80 administradores de rede das 34 unidades da universidade, também pelo NIC.br.

Em 2012, a universidade passou a contar com uma instrução normativa que possibilitou a disseminação em massa do novo protocolo em suas unidades. Foram realizados workshops para explicar a iniciativa a todos os departamentos de informática da instituição. Atualmente, 10% de todo o tráfego de Internet da universidade é transportado em IPv6, além de 70% dos sites de conteúdo.
(fonte: assessoria de imprensa da UNESP)

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